segunda-feira, 18 de julho de 2016

As Santas Regras de Schäuble

O nosso presidente Marcelo enganou-se na pessoa a quem foi implorar misericórdia para Portugal. Quem manda na Alemanha e na Europa não é a chanceler Merkel mas o seu ministro das Finanças, um político com uma vontade férrea e ao qual todos os outros ministros das finanças se vergam religiosamente e bradam «Amen!». É ele o guardião das Santas Regras europeias. Embora paraplégico e limitado a uma cadeira de rodas desde que foi vítima de um atentado, continua a ser um grande líder alemão e um feroz anti-comunista. Ficou irritado com a «vitória» que Costa extraiu de uma monumental derrota eleitoral, apenas possível  com o apoio da extrema-esquerda. E jurou fazê-lo cair. Ordenou a uns tantos pupilos que guinchassem todos os dias contra o nosso Orçamento e eles andam a guinchar. Ordenou ao Draghi que fechasse a torneira do financiamento para que os juros da dívida pública portuguesa subam e o Draghi vai fechando. Falta pouco para atingir a sua meta final: um resgate vingativo, bem mais violento do que o anterior.

domingo, 3 de julho de 2016

A movimentação de uma quadrilha estrangeira contra Portugal

Com a sua suprema habilidade de mestre da política à portuguesa, o socialista Costa perdeu as eleições, fez um acordo com os dois partidos da extrema-esquerda com assento parlamentar e passou a governar um dos países da Comunidade Europeia e do Euro. Nenhum comunista faz parte do Governo mas o simples facto de este ser apoiado pela esquerda está a juntar uma enorme quadrilha estrangeira reaccionária (usando a velha expressão do PCP) a qual, a pretexto de duas décimas acima dos 3% de défice permitido, persegue e tenta prejudicar Portugal e os portugueses. Tal comportamento vem constituindo uma surpresa porque nunca havia acontecido na Europa comunitária. Parece certo que os compinchas Passos&Portas andam às escondidas nos corredores europeus a pedir essa revoltante punição. Mas daí à sua concretização julgava eu que ia uma grande distância.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Um pode ir para a prisão mas os outros lá se vão amanhando

Exceptuando o da saúde, que sabia o que andava a fazer, os outros ainda me causam vómitos. Apesar de tudo não estou arrependido de ter posto o voto no Costa. E até lhe perdoarei a facada no Seguro se impedir o avanço da maldita mesquita que mandou construir no centro de Lisboa com dinheiros públicos.

terça-feira, 21 de junho de 2016

O meu direito de escolha de um bom Colégio Privado

No exercício do meu direito de escolha (que nada tem a ver com o ilegal «direito de escolha» inventado pelo radical sr. Crato), se eu tivesses filhos em idade escolar colocá-los-ia num bom Colégio Privado, tendo de pagar esse privilégio com o meu dinheiro e não com o dinheiro dos outros. Jamais os meteria em Escolas Públicas problemáticas, que são a maioria. Naquelas onde são admitidos ciganos cujos pais vão às salas de aula agredir impunemente os professores. Naquelas onde os docentes são obrigados pela hierarquia a «passar» alunos medíocres, violando a sua consciência profissional. Naquelas onde o Ministério do Crato enfiou em cada turma 30 alunos ou mais, diminuindo a qualidade do ensino. Naquelas onde os filhos de imigrantes estrangeiros nem sequer conhecem a língua portuguesa. Naquelas onde pululam jovens bestas humanas cujo objectivo na Escola não é aprender mas impedir que os professores ensinem e que os colegas aprendam. Naquelas onde existem viciados no telemóvel, na droga, no roubo e na violência. E também naquelas onde o Sistema Político corrupto e permissivo admitiu alguns professores incultos com o antigo 5º ano ou com «diplomas» passados por universidades privadas e politécnicos, os quais mal sabem ler e escrever. Se espalharmos pelos melhores Colégios privados essa multidão de alunos problemáticos que as Escolas Públicas são obrigadas a aceitar e os Colégios não, veremos que os seus «rankings» saltam do honroso topo para um patamar medíocre, caindo por terra os argumentos dos Cratos e dos charlatães ignorantes que vomitam aldrabices nas televisões, nos jornais e nas manifestações. O ideal seria colocar os alunos mais complicados em escolas especiais controladas por agentes de autoridade com missão de impor a ordem nas aulas e nos recreios. Só que os «democratas» que nos rodeiam gritariam que isso constituiria «discriminação». O que não é verdade nem inconstitucional. http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-06-19-Ensino-privado-Estado-canalizou-44-mil-milhoes-nos-ultimos-16-anos

segunda-feira, 20 de junho de 2016

A sheléchão portuguesa

Torci para que os jogadores da Islândia (uma despovoada ilhota no Norte da Europa) e da Áustria (um pequeno país alpino) afastassem a selecção de Portugal do «Euro». Não só porque me pareceram superiores em campo mas sobretudo porque para mim acabava ali o martírio de ter de suportar a futebolice cretina e irritante, a cem por cento nas seis televisões, a toda a hora. É a auto-designada «melhor equipa europeia» que se desengonça e atrapalha no campo, chutando para os lados por não saber que a baliza-alvo é lá à frente. É o «melhor jogador do mundo», ridiculamente vaidoso, o tal que ergueu na ilha onde nasceu uma estátua e um museu a si mesmo, com o seu dinheiro. O melhor dos últimos 20 anos, como ele garante ser, mas que nunca conseguiu fazer nada nas selecções portuguesas a não ser rebolar no chão e chutar tudo para fora, incluindo penaltis, fazendo lembrar o esperto Figo, «El Pesetero», como é conhecido em Barcelona, e que até se vendeu ao Sócrates por uns milhares, durante uma campanha eleitoral. A rapaziada patrioteira ainda tem grandes esperanças mas o risco de a equipa de Ronaldo regressar a casa na quarta-feira, depois de sofrer uma estrondosa derrota contra a Hungria, é demasiado elevado.