Todos se vão apercebendo finalmente de que Portugal caminha de facto para o colapso económico. Por enquanto, de entre os cidadãos que trabalham, apenas os
funcionários públicos da classe média foram atingidos por sucessivos e dolorosos cortes nos seus salários, cujo poder de compra foi reduzido, em muitos casos, para pouco mais de metade, prevendo o contestado orçamento de estado mais uma redução. No meio de um sonoro coro de protesto dos que serão atingidos, os quais, julgando ficar eternamente de fora, concordavam com a injusta perseguição dos que trabalham para o Estado, também a classe média que trabalha nas empresas privadas, em breve passará a sentir na pele o efeito do primeiro corte, via IRS. A situação tornar-se-á explosiva em 2013, com grandes manifestações de cidadãos descontentes nas ruas e com milhares de criminosos oportunistas actuando sem controlo. Os mais avisados temem que o aguardado estoiro dos países do sul arraste grande parte da Europa para o caos e este se propague aos USA, gerando-se tensões idênticas
às que precederam a 2ª Guerra Mundial.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
Os ciganos, os criminosos e o rendimento social de inserção
Os técnicos do Instituto da Segurança
Social que têm de se deslocar a bairros mais problemáticos ou que estão em
balcões de atendimento são cada vez mais vítimas de ameaças e agressões."Os
técnicos que fazem o controlo do rendimento social de inserção e de outras
prestações sociais manifestam receio quando têm de deslocar-se a alguns bairros
porque recebem ameaças no exercício das suas funções", disse à
agência Lusa o coordenador da Federação Nacional dos Sindicatos da Função
Pública. Guterres criou o RSI com intenção de matar a fome a alguns
desgraçados sem capacidade autónoma de sobrevivência. Só que, em vez dos esperados desgraçados,
correram a sacar-nos esse subsídio todos os criminosos e todos os ciganos,
portugueses ou estrangeiros, ricos ou pobres, muitos deles recebendo a duplicar
e triplicar, com identidades falsas. Os funcionários da Segurança Social, para
não sofrerem represálias, entregam sem controle o nosso dinheiro aos marginais. Deveriam ser os agentes de autoridade, adequadamente armados, a
fazer tal serviço, sob pena de continuarmos a ser duplamente roubados.
Bem prega Frei Tomás...
Em entrevista à SIC Notícias, o
antigo Presidente da República, Jorge Sampaio, defendeu que a "austeridade
rebenta com o país". Sampaio considera necessário um consenso alargado em
Portugal... Apreciava-o
por ter estado na base da demissão do sr. Vara, um desonesto e iletrado cola-cartazes elevado a ministro
não sei de quê no tempo de Guterres. E mantive muita consideração por este homem
até ao momento de saber: que fazia
demasiadas visitas de Estado inúteis, sujeitando-se a que o presidente de um
país da América Latina se recusasse recebê-lo, invocando ter mais que fazer; que foi a tribunal defender com unhas e
dentes um político acusado de grave corrupção, garantindo aos juízes que aceitar
ofertas valiosas de corruptores é uma coisa normal em democracia, tanto assim
que ele, Sampaio, recebera toneladas de objectos enquanto serviu como
presidente da república, incluindo a caneta e o relógio de ouro que usava no
momento; que era contemplado com uma
pipa de massa pelo simples facto de figurar como dirigente da oportunista e
gastadora fundação de Guimarães, há pouco extinta; que recebe uma reforma vitalícia por ter passado pela presidência
da república, acrescida do direito a carro com combustível e motorista, gabinete
e funcionários; que acumula a
reforma política com aquela que aufere, resultante da sua actividade profissional privada. Aquilo que Sampaio diz não me interessa visto que ele é um dos que contribuiu
para entrarmos no buraco onde nos encontramos.
sábado, 13 de outubro de 2012
Farmácias - da fortuna à pobreza
Nas últimas semanas tem decorrido a campanha 'Farmácias
de Luto', na qual está a ser explicado aos utentes que
600 farmácias estão em risco de encerrar em 2013 devido à baixa das
margens na venda de medicamentos. Ainda há poucos anos uma farmácia era um
negócio da China, imoralmente lucrativo. Bastou o início do desencadeamento de uma
crise que haverá de transformar-se numa grande catástrofe, para desabar sobre os farmacêuticos o espectro da ruína económica.
A nova Procuradora-Geral
O Presidente da República elogiou hoje "a
integridade de carácter e independência" da nova Procuradora-Geral da
República e sublinhou que a confiança dos portugueses no Ministério Público depende da sua "eficácia" e "independência". O seu antecessor Pinto Monteiro (coadjuvado e imitado pela vaidosa srª Cândida de Almeida), colocado nesse tão importante posto, deu um espectáculo medíocre nos últimos anos e deveria ser julgado pelas suas
omissões, muito criticadas pela generalidade dos agentes do MP. Sabe-se que aquela parelha não gosta da nova Procuradora-Geral, o que é, à partida, um bom indício. Mas
elogiar a recém-chegada pela sua «integridade de carácter e independência» antes de conhecer a sua actuação no terreno é no
mínimo precipitado. A não ser que Cavaco pretendesse fazer realçar a ideia de
que faltaram esses atributos ao Pinto e à Cândida.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
A palhaçada
A secretária de Estado
norte-americana, Hillary Clinton, felicitou, esta sexta-feira, a União Europeia
pela atribuição do prémio Nobel da Paz, um tributo a uma Europa "unida e
em paz".
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