Quem é que gostaria de ver uma merda destas no seu monitor? Fez bem o Facebook ao demonstrar que a anormalidade de poucos desagrada a muitos. E esta espécie humana invertida, incentivada por políticos panascas, quer adoptar crianças! Imagina que havias ficado condenado, com 5 ou 6 anos de idade, a presenciar as sujas aberrações destes vermes humanos e a correres o risco de seres violado por eles... Os gays que vivam em paz mas que não envolvam os outros!
segunda-feira, 26 de março de 2012
sábado, 24 de março de 2012
António Capucho e a necessidade de uma reforma administrativa
Foi ministro da República e presidente da Câmara Municipal de Cascais. Tive-o sempre por um homem sério e sensato. No final de Janeiro de 2010 António Capucho anunciou a suspensão do seu mandato na Câmara invocando "razões de saúde", tendo sido as suas funções assumidas pelo vice-presidente. E pensei então «é mais um homem bom que se afasta da política». Porém, para minha surpresa, ultimamente, tem-se destacado pela formulação de críticas ininteligíveis. A primeira, e menos importante, é dirigida ao seu partido: “A direcção nacional vetou-me ao ostracismo, isso é um facto. Eu soube pelos jornais designadamente que tinha deixado de ser membro do conselho de Estado”, “O partido não está interessado em mim, eu não estou motivado para participar nos trabalhos do congresso…” Mas, tendo ele abandonado o cargo de presidente da Câmara por razões de saúde, que persistiam um ano depois, segundo declarou, que lugares públicos desejaria ele agora ocupar?! Se lhe fosse dado um relevante lugar no Estado, não iria ele pouco depois demitir-se invocando as mesmas razões de saúde?
Mas a sua crítica pública mais grave, que me parece absurda e lesiva do interesse nacional, é o facto de ele considerar um «disparate completo» a diminuição do número de freguesias e de municípios!
As Câmaras Municipais, com honrosas excepções, são em geral comandadas por militantes partidários incompetentes e pouco escrupulosos. Têm um funcionamento desregrado e são em número excessivo, não passando muitas delas de instituições sorvedouras de recursos públicos escassos e sítios de favorecimentos, de negócios e de corrupção. Dos 308 municípios actuais, 115 têm menos de 10 mil habitantes e 38 têm menos de 5 mil. Cidadãos esclarecidos e isentos vêm defendendo há muito a redução drástica do número de freguesias e de concelhos. Mas, por mero oportunismo político e eleitoralismo demagogo, governos do pós 25 de Abril, em vez de terem extinto autarquias, criaram novos concelhos e freguesias. Impunemente!
A Dinamarca, em 2004, reduziu o número de municípios de 271 para 98. E em Portugal, no ano de 1836, dos 817 municípios existentes restaram apenas 351. Presentemente, neste ano de 2012, aproveitando a oportunidade única da presença e da pressão legítima da Troika que nos governa, deveria abandonar-se de vez a demagogia e proceder-se a uma célere reforma administrativa que reduzisse para um terço o número de Municípios e de Freguesias. Em muitas localidades, onde agora existem sedes de Câmaras Municipais autónomas passariam a existir delegações subordinadas a outras Câmaras. E nem seria necessário despedir-se funcionários.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Blá...blá...blá...
Cada vez que oiço Cavaco Silva «blá…blá…blá», quase tenho pena dele, diz apenas banalidades. E quanto mais o homem se esforça no sentido de reconquistar o terreno perdido, pior… Por sua vez Seguro, o chefe da oposição, que procura aparecer nos telejornais de todos os dias para subir nas sondagens, não faz melhor figura, apenas dichotes inconsequentes.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Este homem saberá o que diz?!
"Os portugueses não merecem os juízes que têm", diz o desembargador Araújo de Barros, candidato à presidência da Associação Sindical dos Juízes Portugueses. Para aquilo que os juízes trabalham e o que sacrificam, explica, a estima da sociedade a quem se dedicam o seu esforço é pouca.
As duas santas
Tocaram a minha campainha, abri a porta e vi duas mulheres com ar de santas. A mais alta disse-me «vimos aqui para comemorar a morte de Cristo». E eu respondi «tenha paciência, minha senhora, eu nunca comemorei a morte de ninguém». E fechei a porta.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Mohamed Merah - a tromba do assassino
O bandido que vai dar muito que falar em França é este atrasado mental. Cada vez há mais gente a pensar que a religião de Mohamed é um alfobre de assassinos cruéis e sem escrúpulos.
Os muçulmanos assassinos
Talvez estejamos a regredir à Idade Média. Os combatentes portugueses em África viam em cada preto um potencial terrorista e presentemente os cristãos vêem em cada muçulmano um potencial e perigoso assassino. Chegará o dia em que os europeus perseguirão até à morte os muçulmanos que vivem na Europa.
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