terça-feira, 23 de agosto de 2011

OS MAUS COSTUMES OCIDENTAIS E OS MAOMETANOS

Os jovens dos países ocidentais, influenciados por uma visão materialista das coisas, tendem a adiar o equacionamento da sua existência, inclinando-se para uma filosofia hedonista em que o importante é viver intensamente um dia de cada vez, buscando o prazer e fugindo do sofrimento, mesmo que para tal tenham de ingerir destruidoras drogas químicas que no início lhes criam sensações de passageira felicidade mas que conduzem depois ao descalabro da mente, do corpo e da vida social. Os drogados transformam-se em seres irracionais, perigosos e amorais, que roubam sem hesitação os familiares e os amigos e assaltam pelo impulso de obter dinheiro para manter o vício.
E por mais que se esforcem os religiosos muçulmanos no sentido de não deixarem os seus jovens seguir tal caminho, empurrando-os para Alá, também estes não deixarão de ser influenciados pelas catadupas de turistas ocidentais semi-despidos que lhes invadem os seus países, acabando os habitantes locais por se adaptarem às novas modas e desejarem adoptá-las, muitos deles abandonando a túnica ou o véu tradicionais usados pelos pais e avós. Nas mais isoladas aldeias dos países do norte de África e da Turquia notei a abundância de antenas parabólicas que levavam diariamente aos televisores dos habitantes as imagens dos hábitos pecaminosos do ocidente. Os governantes desses países demonstram tolerância ao não proibirem as antenas. Mas uma minoria de conservadores resiste com violência à universalização dos maus costumes, sem se aperceber de que terão a longo prazo a sua batalha perdida. Um dia os maometanos não se distinguirão dos cristãos do ocidente e acabarão por aceitar as libidinosas carícias públicas entre casais heterossexuais e adaptar-se-ão até, quem sabe, a cenas de beijos amorosos entre homossexuais aos quais imaturos governantes de alguns Estados ocidentais vêm atribuindo o direito ao casamento e à adopção de crianças. E a droga não arruinará a juventude dos países de Maomé apenas enquanto se mantiver a repressão e continuarem fixadas pesadas penas, incluindo a morte.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

VIAGEM AO FUTURO

18 de Janeiro de 2012
Nunca se vira uma coisa assim ao longo de séculos. Tudo começou em 30 de Outubro de 2011 quando, inesperadamente, o parlamento alemão tomou uma medida drástica: a saída do seu país do euro. Os governos europeus protestaram mas os germânicos mostraram-se inflexíveis e aquela decisão inabalável representou o fim abrupto da moeda única, que deixou de ser aceite internacionalmente e dentro da própria Europa. O pagamento das tranches aos países resgatados foi suspenso, Itália, Espanha e outros Estados europeus entraram em bancarrota, e a França, para manter alguma actividade económica, pediu auxílio aos EUA e à China. Em Inglaterra regressaram os motins e na Grécia os mais exaltados saem às ruas e incendeiam tudo o que tenha a ver com a Alemanha, incluindo escritórios, bancos e automóveis das marcas Mercedes, Áudio, VW e BMW.
Em Portugal o dinheiro e os depósitos bancários deixaram de ter valor, os pagamentos aos funcionários públicos, aos pensionistas e aos trabalhadores do sector privado foram suspensos, as bombas de gasolina e os Bancos estão encerrados, raros automóveis são vistos a circular nas perigosas estradas, os hospitais funcionam a meio gás por falta de recursos, a electricidade é cortada 12 ou 13 horas por dia, e pelas ruas das cidades espalharam-se exércitos de miseráveis, muitos deles crianças, implorando auxílio. Hordas de bandoleiros, saídos das periferias, destroem tudo quanto encontram na via pública, já incendiaram a Assembleia da República, diversos ministérios e centenas de estabelecimentos comerciais, perante a ausência total de policiamento. Muitas pessoas perguntam para que servem os 40 mil militares das forças armadas, cuja presença ninguém notou ainda. A desordem e o caos são generalizados. Alguns têm esperança de que certos países emergentes nos dêem algum tipo de ajuda, mas esta tarda em chegar e os mais debilitados vão morrendo à fome ou pela doença.
Os amigos João e Augusto, na luta pela sobrevivência, fugiram da capital e refugiaram-se nuns terrenos agrícolas na zona de Nafarros, que passaram a cultivar com empenho. Durante o dia trabalham sem parar mas durante a noite enquanto um dorme o outro vigia as hortas, revezando-se, na esperança de os seus produtos não serem roubados. Muitos milhares de pessoas estão a abandonar as cidades e a caminhar em direcção aos campos abandonados das Beiras e do Alentejo.
Em grande parte da Europa, e mesmo nos Estados Unidos, existe uma onda crescente de ódio contra a Alemanha que, ao que consta, está a reforçar as suas forças armadas e a aumentar a produção de material bélico, enquanto o partido nacionalista «Verdes pelo Povo» incita os alemães a escorraçarem milhões de imigrantes e a tomarem posições defensivas contra possíveis ataques dos povos «chulos» do mediterrâneo.

domingo, 21 de agosto de 2011

A VIDA EM SOCIEDADE


A vida em sociedade é inevitável por constituir a única forma de os indivíduos satisfazerem as necessidades de subsistência e manutenção da espécie, e até as suas realizações enquanto seres humanos. Poucos conseguirão viver isoladamente durante muito tempo. E nos raros casos de sobreviventes isolados de longa duração que têm sido detectados, estes apresentam-se num estado de desenvolvimento próximo do dos animais selvagens como aconteceu com alguns soldados japoneses da segunda guerra mundial, escondidos durante décadas nas matas de algumas ilhas do Pacífico, e mais recentemente com uma rapariga de 27 anos de idade encontrada por um lenhador na selva do nordeste do Camboja, a qual se perdera com oito anos de idade. Ao ser «caçada» não falava nenhuma língua compreensível e caminhava como um macaco, acreditando ter sido libertada por espíritos. Uma história publicada no «Correio da Manhã» de 20 de Janeiro de 2.007 e desenvolvida pelas estações de televisão portuguesas no mesmo dia. Essa inevitabilidade de viver-se em sociedade, se por um lado é um bem, por outro não deixa de ser um mal na medida em que favorece o desencadeamento de cargas psicológicas negativas, acirradas pela concorrência de uns com os outros, potenciadora de conflitualidades e sentimentos negativos como o egoísmo, a inveja, o ódio, a vaidade, a arrogância e até a ambição desmedida. O comportamento e o equilíbrio das pessoas estão condicionados pelas suas relações com as outras. E o modo de agir de certos indivíduos, irrepreensível quando isolados, muda substancialmente em grupo. Nas guerras aparecem soldados tímidos e pacifistas que se transformam em seres agressivos e assassinos. E pela política passam pessoas honestas que se convertem em ladrões sem escrúpulos. É a corroboração do sábio ditado popular segundo o qual a ocasião faz o ladrão.
Texto do autor do blogue

sábado, 20 de agosto de 2011

JUSTIÇA PORTUGUESA E INGLESA


Em Inglaterra, em poucos dias foi feita a investigação, a acusação, o julgamento e a condenação dos criminosos que mataram, roubaram e incendiaram grandes cidades. Se fosse em Portugal, as coisas só estariam esclarecidas daqui por 15 anos, quando os crimes já estivessem prescritos.

LATEIRICES


Afinal parece ficar claro que o tal ministro lateiro e timorato não tinha vestígios de razão. Todas as promoções e progressões estavam congeladas para todos os servidores do Estado, incluindo os fardados, desde 1 de Janeiro.
O antigo ministro da Defesa Santos Silva disse este sábado que as promoções e progressões nas Forças Armadas estão "congeladas" desde o dia 01 de Janeiro, sublinhando que após as eleições apenas foram sanadas "irregularidades" entretanto detectadas. O semanário Expresso escreve hoje na manchete que "Santos Silva só travou promoções após as eleições", referindo que "a ordem para as chefias militares anularem as promoções saiu do gabinete do ministro quatro dias antes da posse do novo Governo". "As promoções e as progressões nas Forças Armadas, assim como em todos os sectores do Estado foram congeladas excepcionalmente pelo Orçamento do Estado para 2011, que entrou em vigor no dia 01 de Janeiro e que foi aprovado pela Assembleia da República", afirmou Santos Silva, em declarações à Lusa. Contudo, recordou, logo no início do ano verificou-se que no mês de Janeiro a despesa com pessoal no ministério da Defesa estava a aumentar. Por isso, a 11 de Fevereiro, os ministros da Defesa e das Finanças determinaram por despacho a realização de uma auditoria às despesas com pessoal no ministério da Defesa em geral e, em particular, nos diversos ramos das Forças Armadas, relatou Santos Silva. Ainda segundo o antigo ministro da Defesa, a auditoria, realizada pela Inspecção-Geral de Finanças foi concluída no fim de Maio e remetida ao ministro das Finanças, que a despachou no dia 03 de Junho e que a remeteu a Santos Silva.

O FUTEBOL


Nunca perdi tempo com o futebol, abrindo apenas uma ou outra excepção para grandes jogos internacionais. Mas compreendo que existem regulamentos desportivos que terão de ser radicalmente modificados. Há tempos, estando a ver o Porto jogando uma final em Inglaterra com o Sporting de Braga, verifiquei que quase toda a equipa vencedora era constituída por estrangeiros. Tal como aconteceu com o Benfica há pouco na Turquia: nenhum jogador português! Sendo assim, tenho todas as razões para torcer contra as equipas «portuguesas», o que não acontecerá na próxima noite com os sub-20 na sua partida contra o Brasil.

BRASIL-PORTUGAL, QUEM GANHA?

Julgando que tenho algum poder do domínio parapsicológico, um amigo perguntou-me «quem ganha?» e eu respondi «Portugal por 3 a 1». Que me desculpem os brasileiros pela ousadia.
A selecção portuguesa de futebol de sub-20 disputa hoje com o Brasil, na Colômbia, o título mundial da categoria, reeditando a final de há 20 anos. Portugal volta a decidir um título com o Brasil e chega à final sem ter sofrido qualquer golo. O encontro começa às 22h00 em Bogotá, na Colômbia, 02h00 em Lisboa.
O Brasil é o grande favorito à vitória de acordo com as principais casas de apostas online (1,88 contra 4,25 euros na Bwin e 1,85 contra 3,75 euros na Betclic), tendo sido apontado desde o início do torneio como um candidato natural à vitória final. Portugal vai, assim, defrontar uma das mais poderosas selecções do futebol mundial. Tal como a congénere sénior, o Brasil é a segunda maior potência no escalão sub-20, apenas atrás da Argentina, tendo já ganho quatro títulos mundiais. Ao contrário do que acontece com os portugueses, quase todos os jogadores jogam regularmente nos principais clubes brasileiros e alguns, já estão mesmo a competir na Europa, como acontece com o "craque" Philippe Coutinho, o médio ofensivo de 19 anos que joga no Inter de Milão. O Brasil é a selecção mais concretizadora do torneio com 15 golos marcados. O principal artilheiro da equipa e, da prova, é Henrique, avançado de 20 anos do São Paulo, que apontou 5 golos.